Gestão de Contratos

Digitalização das empresas. Como está este processo no Brasil?

Voltar | Por Efcaz 28/3/2022

A pandemia acelerou o processo de Digitalização das empresa e isto é evidente para todos. Como está esse processo no Brasil? Ainda tem muita coisa para acontecer?

O processo de digitalização das empresas, também conhecidos como transformação digital, são uma tendência até antiga, já que a internet se tornou o principal meio de comunicação e organização de diversas indústrias. O cenário da pandemia certamente acelerou esses processo, principalmente na difusão da prática do home-office, mas será que apenas acelerar é o suficiente? Como fazer essa passagem com qualidade? Neste artigo, vamos discutir o nível de maturidade das empresas brasileiras e o que elas estão fazendo para acompanhar os processos de transformações digitais em diferentes setores.

O cenário da transformação digital das empresas brasileiras sofreu um grande baque no ano de 2020.

Como sabemos, a digitalização dos negócios em diversos setores, desde o modelo de negócios, passando pelos processos internos até a jornada dos clientes e parceiros já era a mais forte tendência em diferentes indústrias, mas precisou ser dramaticamente acelerada com a pandemia do Covid-19.

Junto com a pandemia, não foram apenas os modelos de negócios e os processos como um todo que precisaram ser digitalizados. Ocorreu também uma explosão no número de trabalhadores, colaboradores que precisavam cumprir suas demandas em home-office. Os clientes também foram em peso para o digital e isso exigiu novas práticas de segurança e de experiência do usuário.

Consequentemente, as tecnologias associadas a aceleração da demanda por transformação digital também cresceram e se desenvolveram exponencialmente: o uso de Inteligência Artificial, tokenização e biometria ganharam em importância como meio de, a um só tempo, tornar mais eficientes os processos e aumentar os níveis de segurança para empresas e clientes.

Uma pesquisa indicada pela Visa, junto da Americas Market Intelligence indica que quase metade (46%) das 30 empresas mais inovadoras da América Latina são, inclusive, nativas digitais – isto é, já “nasceram” digitalizadas. O que ao mesmo tempo indica um esforço da parte restante, composta por empresas tradicionais, de se reinventar no novo cenário (digital) do mundo dos negócios.

Diante dessas circunstâncias, o Brasil é um país de destaque, com quase um terço das empresas mais inovadoras em termos digitais, com parcerias com startups e experimentos com tecnologia avançada.

Contudo, como vem acontecendo esse crescimento? A parte das empresas que mais se destacam em inovação, como está a digitalização, a entrada na era moderna por parte das empresas no Brasil?

O que é “ser digital”?

Segundo um artigo da Mckinsey sobre transformação digital, esta pode ser compreendida a partir de quatro conceitos chave, pelo menos:

  • Modelos de negócios, que compreendem a estrutura da empresa mesmo, como formas de operação e modelos econômicos;
  • Conectividade, que é o engajamento em tempo real com clientes e entre colaboradores, parceiros e funcionários de uma empresa;
  • os Processos, como experiência dos clientes e usuários, principalmente em termos de automação;
  • e Análise ou Analytics, que corresponde ao uso de dados nas tomadas de decisões estratégicas;

De maneira geral, todos esses conceitos buscam dar conta de como as empresas que buscam entrar na transformação digital estão otimizando seus processos, tanto internos como externos, em busca de uma melhor experiência da jornada dos clientes e usuários.

Além disso, é reconhecido que empresas líderes em inovação digital obtém retornos financeiros mais elevados e em menor tempo, ao diminuir tanto o custo operacional quanto o tempo entre a elaboração de estratégias específicas e sua execução.

Mais além da entrada na era digital, exige-se uma transformação na própria mentalidade das empresas, que devem estar de acordo com o momento vivido de maneira profunda, o que é chamado de maturidade digital.

Os níveis de maturidade digital podem ser medidos em quatro dimensões. São elas:

  • A dimensão estratégica: a decisão sobre quais setores e pontos de uma determinada empresa devem ter prioridade em termos de digitalização; como, por exemplo, se a empresa deve adotar canais de acesso 100% digitalizados, meios de pagamento, base de clientes, entre outros. Tudo depende em que estágio encontra-se a sua empresa e o que deve ser feito para potencializar seus pontos fortes.
  • A dimensão das capacidades: as capacidades digitais compreendem a escolha de um modelo de digitalização. Esta, por sua vez, corresponde desde as políticas internas e externas de uma empresa até ferramentas e formas de trabalho, como home-office e uso de Inteligência Artificial (I.A.) na automatização dos processos;
  • A dimensão de organização: que se remete a estrutura e comunicação interna de uma empresa e o modo como se relaciona com sua base de clientes, além de promover o conhecimento digital desde o alto escalão até a base de funcionários;
  • A dimensão da cultura: a promoção da autonomia e do aprendizado digital por parte de trabalhadores, colaboradores e parceiros baseado na análise de dados e ambientes de trabalho abertos à inovação;

Ainda segundo o estudo da Mckinsey citado acima, é cada vez mais comum que as empresas partilhem de uma mentalidade baseada em dados. Cada vez mais se faz uso de dados nos processos decisórios das empresas, o que leva a um aumento na “qualidade e quantidade de dados disponíveis e capacidade de processá-los” em larga escala.

A consequência disso é uma melhor utilização das informações na construção tanto das estratégias de negócios quanto das personas de seus clientes, na personalização do marketing digital das empresas e construção de seu portfólio, além de melhorias em termos de eficiência e logística.

O problema é que, atualmente, a maior parte das empresas nacionais ainda concentra essa mentalidade em setores e áreas específicas; e, mais ainda, são setores específicos que buscam desenvolver mais essas capacidades e estrutura organizativa.

Um grande exemplo da “concentração” desse tipo de mentalidade no universo dos negócios brasileiros está na gestão de contratos e na gestão de documentos de maneira geral – ambos setores cuja atuação da Efcaz é exemplar.

Embora sejam setores em que a digitalização se faz cada vez mais necessária, o volume de empresas que adotou a digitalização completa a esse respeito ainda é baixo. Ainda mais se levarmos em consideração que ferramentas como o CLM e SRM contribuem enormemente com a digitalização dos processos como um todo, ao torná-los mais eficientes e econômicos.

Entre em contato com nossa equipe, e descubra como pode ser mais fácil do que se imagina iniciar o processo de digitalização das empresas, do mais básico até os mais complexos.

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