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Fraudes nas empresas : Veja os principais riscos e como se proteger

Voltar | Por Efcaz 11/9/2019

As fraudes nas empresas estão entre os fatores que mais prejudicam a saúde de um negócio. Conheça sobre o assunto e veja como se proteger

As fraudes nas empresas estão entre os fatores que mais prejudicam a saúde de um negócio e, mesmo com maior acesso à informação, sempre existem vulnerabilidades que permitem ações ou omissões de pessoas que, propositalmente, tentam se beneficiar em detrimento do outro.

Conhecer as especificidades de cada uma dessas fraudes é a melhor forma de evitá-las. Por meio de controles internos mais rígidos e da identificação do perfil de um fraudador, as empresas podem aumentar sua capacidade de prevenção.

Confira as principais fraudes nas empresas e descubra como elas podem ser combatidas para reduzir prejuízos que interferem no crescimento e na lucratividade do negócio!

Quem são as principais vítimas de fraudes?

Ao contrário do que se possa pensar, vários agentes podem ser vítimas de fraudes no ambiente organizacional, e não somente a pessoa jurídica, na forma de seus acionistas, sócios e toda a cúpula gerencial.

Na realidade, as fraudes também podem afetar:

  • fornecedores: descumprimento de obrigações financeiras, por exemplo;
  • clientes: entrega de produtos em condições distintas das que foram ofertadas inicialmente, por exemplo;
  • instituições financeiras: por meio da falsificação de assinaturas, antecipação de recebíveis não realizados, entre outros;
  • governo: por meio da sonegação fiscal;
  • prestadores de serviço: descumprimento de cláusulas contratuais, ações para dificultar o andamento dos serviços solicitados etc.

Quais são as propriedades mais lesadas pela prática de fraudes?

Valores monetários são as propriedades mais visadas pelos fraudadores, mas, além disso, a empresa também pode ser lesada por meio de:

  • documentos importantes, que podem ser compartilhados de forma maliciosa e até sequestrados digitalmente;
  • títulos de créditos e de ações da bolsa;
  • bens móveis, imóveis e semoventes;
  • insumos, matérias-primas e materiais diversos, que podem ser limitados a ponto de exigirem paradas prejudiciais ao custo de oportunidade da empresa;
  • produtos acabados que podem ser roubados, ou terem suas características alteradas propositalmente;
  • demonstrações financeiras e contábeis, relatórios e fichas de controles;
  • certidões, atestados e declarações diversos;
  • contratos, distratos e alterações contratuais;
  • correspondências, apólices de seguros, registros de propriedade, marcas e patentes etc.

Quais são as consequências das fraudes nas empresas?

As fraudes são altamente prejudiciais e provocam, além das perdas financeiras, um clima de insegurança no ambiente organizacional, principalmente pelo fato de que, devido ao desenvolvimento das rotinas de auditoria, podem ser identificadas mais rapidamente, porém o agente fraudador sempre demanda maior investigação.

No âmbito gerencial, as desconfianças recaem sobre a capacidade de liderança dos administradores, principalmente quando a imagem da empresa é maculada junto ao seu público consumidor.

Quais são as principais fraudes nas empresas?

Dentre as principais fraudes nas empresas, destacam-se:

  • furto: acontece, por exemplo, quando algum membro da empresa leva um documento ou ativo para sua residência;
  • desvio financeiro: quando qualquer valor realizado por empresa pública ou privada tem seu fluxo alterado, em relação ao que seria comum pela atividade do negócio;
  • apropriação indébita: nesse caso, não acontece a subtração do bem, mas sua utilização sem o consentimento do proprietário. No âmbito corporativo, pode ser o uso do veículo da empresa, com o funcionário passando-se como dono do carro, por exemplo;
  • sabotagem: nesse caso, alguém planeja causar um prejuízo à empresa, sem nem mesmo se beneficiar, ou seja, com intuito apenas de prejudicar o negócio. Também pode abranger a omissão nas atividades laborais, como quando uma máquina tem um parafuso afrouxado justamente para viabilizar a eminência da quebra;
  • desperdício voluntário: a busca organizacional por eficiência deve condenar qualquer ação em que haja desperdício de recursos ou insumos (água, alimentos, energia elétrica, aparas industriais etc.).

Como se proteger?

Segundo a Price Waterhouse Coopers (PwC), em relatório intitulado Tirando a fraude das sombras: Pesquisa global sobre fraudes e crimes econômicos 2018, 52% das empresas investiram em ferramentas de tecnologia e análise de dados para mitigar suas ocorrências.

Grande parte das fraudes nas empresas é cometida por quem conhece muito bem os processos ou a propriedade fraudados, em relação aos métodos de controle e monitoramento e vulnerabilidades.

Então, para evitar fraudes nas empresas, é necessário desenvolver um processo seletivo mais rígido e implementar práticas de compliance na cultura organizacional, além de usar tecnologia para aumentar o controle e a possibilidade de auditoria sobre os processos.

Veja como a tecnologia pode ajudar na mitigação dessas ameaças e na tomada de decisão no negócio!

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